quarta-feira, 2 de novembro de 2011

El día de los muertos

Olha que eu até costumava gostar desse dia: quando não ficava em casa moscando, ia ao cemitério fazer aquele passeio histórico (dizer que eu ia visitar parentes e blablabla, seria hipocrisia minha, já que não lembro da maioria; e dos que eu lembro, creio que ir visitar o corpo não adianta de nada). Mas hoje foi um dia eterno da procrastinação! Escrevi, reescrevi,olhei pro relógio, rabisquei, apaguei, olhei pro relógio. Daí jurei que depois do almoço tentaria again, deu na mesma. Depois do programa da tarde, então: igual. Depois do jantar : adivinha? Frustração eterna. Só em saber que quando é trabalho em dupla, trio, meu desempenho é melhor, porque penso que não posso falhar com ninguém e quando o trabalho é exclusivamente meu, eu falho, doi de uma maneira que não sei explicar. Eu vejo o tempo acabando e não consigo fazer. É mais do que "saia das redes sociais" e algo do tipo (sim, eu sei que atrapalha). Eu posso sair do computador e não consigo ter foco. E tenho até segunda-feira pra refazer tudo que não consegui desde o começo do período e que não faço a menor ideia do que vou fazer. Faço e refaço e parece errado ainda pra mim.
En el dia de los muertos, yo estoy muerta.
Daí, só pra não perder meu dia completamente, eu que estou cada vez mais a louca da maquiagem, bati o pé para fazer uma make à la Caveira Mexicana, eis o resultado: 


Pena que dessa vez foi digital, mas juro a mim que ainda a farei na vera.

E no mais, vem o Calvin mais uma vez pra explicar o que eu sinto no momento:



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